MUSICA - FOTOGRAFIA - POESIA * Fotografia em: http://josalvespt.podiumfoto.com/ * www.olhares.com/josalvespt
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
Se eu fosse gaivota
SE EU FOSSE GAIVOTA
Se eu tivesse asas de gaivota
Não haveria céu que me bastasse
Nem mundos que não descobrisse.
Quanto mais alto subisse
E se o voar me não cansasse
Como as águias subiria
E de alegria
Abraçava o mundo inteiro.
Ah! Se fossem minhas essas asas
Mudaria os tempos e as vontades
E num gesto de esperança
a cada criança
levava um ramo de paz.
Autor:
José Manuel Alves
Se eu tivesse asas de gaivota
Não haveria céu que me bastasse
Nem mundos que não descobrisse.
Quanto mais alto subisse
E se o voar me não cansasse
Como as águias subiria
E de alegria
Abraçava o mundo inteiro.
Ah! Se fossem minhas essas asas
Mudaria os tempos e as vontades
E num gesto de esperança
a cada criança
levava um ramo de paz.
Autor:
José Manuel Alves
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Navegando no Sado
Sonho
Sonhei que caminhava
sobre as águas
Num navegar perfeito
sobre as ondas.
Ai! As vagas adormecidas
Caladas e cambaleantes
Como cordeiros
enfeitiçados na boca do lobo.
Havia o murmúrio dos
remos cortando a maciez da maré.
E a esperança de alcançar
as margens do meu sonho sonhado.
Onde me levarão estas
trevas impuras
Porque brilham ao longe
teus olhos ardentes
Porque não descansa esta
febre de acordar
Este delírio inconsciente
que me mantém erguido.
Sonhei que passeava sobre
as águas
Num navegar perfeito sobre as ondas
Num navegar perfeito sobre as ondas
Por entre reflexos de
lenços brancos
Acenando despedidas
Porque não brilham ao
longe os faróis que me norteiam
Porque se calam as vozes
que me guiam
Ai ! Estas vagas
adormecidas
Esta preguiça de
adivinhar
Que braços aflitos restaram
na praia
Que ao longe me viram
naufragar.
Autor: José Manuel Alves
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
A gruta
A Natureza
Olho a Natureza e o que sinto?
A pele arrepiada, os olhos esbugalhados
O inconformismo de não entender
Porque nos surpreendemos e exaltamos
Quando sentimos
O aproximar do incompreensível manifesto
Do universo pleno
Incomensurável mas simplicista
Que nos seduz e reduz
À insignificância do nada.
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