MUSICA - FOTOGRAFIA - POESIA * Fotografia em: http://josalvespt.podiumfoto.com/ * www.olhares.com/josalvespt
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
CASTELO DE GUIMARÃES
O CASTELO
Sou a memória viva do passado
Alimento de lendas os fantasmas que me habitam.
Nas pedras dos meus caminhos
Fogosos corcéis correm à toa
Arrastando no chão mantos de cetim.
Sou Filho da História
Bastardo de reis e tiranos.
Gerado entre conquistas e derrotas,
Não me vergo sob o peso dos séculos.
Semeio em cada recanto
Versos de eternidade
Sou um jovem senhor do tempo
São meus os exércitos imemoriais
que se espalham e se escondem
Entre o granito cansado das muralhas.
Tu que entras..
Curva-te perante a realeza irrepreensível
Das minhas torres de grandeza imortal.
Eu sou a memória viva do passado
Alimento de séculos
Os fantasmas que me habitam.
Photo e Poesia
José Manuel Alves
Sou a memória viva do passado
Alimento de lendas os fantasmas que me habitam.
Nas pedras dos meus caminhos
Fogosos corcéis correm à toa
Arrastando no chão mantos de cetim.
Sou Filho da História
Bastardo de reis e tiranos.
Gerado entre conquistas e derrotas,
Não me vergo sob o peso dos séculos.
Semeio em cada recanto
Versos de eternidade
Sou um jovem senhor do tempo
São meus os exércitos imemoriais
que se espalham e se escondem
Entre o granito cansado das muralhas.
Tu que entras..
Curva-te perante a realeza irrepreensível
Das minhas torres de grandeza imortal.
Eu sou a memória viva do passado
Alimento de séculos
Os fantasmas que me habitam.
Photo e Poesia
José Manuel Alves
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
NASCER DO SOL NO TEJO
MADRUGADA
Ousara oferecer-te a madrugada
Partilhada no teu corpo, noite fora
Em lençóis de púrpura, imaculada
Sob o luar que ciumento te namora
Quisera imolar-me em teu sorriso
Escutar as palavras que não falas
Que sentes, te queimam, mas que calas
Confundindo-as em frases de improviso.
Sonhara desenhar-te em finos traços
Esculpir-te em cristal resplandecente
Adorar-te como Deusa, eternamente
Até o corpo dor de tanto amar
Desejando que um dia ao acordar
Me encontrassem fundido nos teus braços
Photo e Poesia: José Manuel Alves
Ousara oferecer-te a madrugada
Partilhada no teu corpo, noite fora
Em lençóis de púrpura, imaculada
Sob o luar que ciumento te namora
Quisera imolar-me em teu sorriso
Escutar as palavras que não falas
Que sentes, te queimam, mas que calas
Confundindo-as em frases de improviso.
Sonhara desenhar-te em finos traços
Esculpir-te em cristal resplandecente
Adorar-te como Deusa, eternamente
Até o corpo dor de tanto amar
Desejando que um dia ao acordar
Me encontrassem fundido nos teus braços
Photo e Poesia: José Manuel Alves
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
TERNURA
TERNURA
Tantas horas passaram na sombra dos teus gestos
Tantas vezes bebi o sorriso
Dos teus olhos vigilantes
Tantas vezes as tuas mãos transbordaram de afagos
No aconchego do teu coração inquieto.
Tantas vezes escutei as palavras
Que a tua alma de incentivo me ditava
Tantas vezes choraste as minhas lágrimas
Tantas vezes me levaste pela mão
E me ensinaste caminhos.
Tantas! Tantas vezes
Tantas e tantas coisas
Que hoje guardo com ternura
No infinito tesouro das minhas recordações.
Photo e poesia: José Manuel Alves
Tantas horas passaram na sombra dos teus gestos
Tantas vezes bebi o sorriso
Dos teus olhos vigilantes
Tantas vezes as tuas mãos transbordaram de afagos
No aconchego do teu coração inquieto.
Tantas vezes escutei as palavras
Que a tua alma de incentivo me ditava
Tantas vezes choraste as minhas lágrimas
Tantas vezes me levaste pela mão
E me ensinaste caminhos.
Tantas! Tantas vezes
Tantas e tantas coisas
Que hoje guardo com ternura
No infinito tesouro das minhas recordações.
Photo e poesia: José Manuel Alves
A ÀRVORE E O TEMPO
A ÀRVORE E O TEMPO
De tudo o tempo se apodera
De tudo o tempo se alimenta
Implacável na conquista
Indomável na força.
Engolindo muros de pedra
Derrubando orgulhos
transformando castelos de poder
em repasto de arvores famintas.
Alguém passa e diz com ironia:
Aqui jaz a verdade!
a heresia!
De quem se imagina
Eterno nesta vida.
Photo e Poesia
José Manuel Alves
terça-feira, 29 de novembro de 2011
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